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NEDIA [Via Fissura Oculta]

15 Outubro, 2018 at 21:50

Esta via poderá ser outra forma de escalarmos a parte de baixo da Nedia e de ligarmos com outra da parte superior. O início é à direita da via “Narizes” e sobe um pequeno esporão de blocos, no cimo do qual se monta a primeira reunião, para alcançar uma fissura que praticamente não se vê de baixo e daí o nome da via. Em seguida faz-se um lance onde é muito difícil colocar qualquer protecção para atingir o patamar intermédio com um lance fácil.

Para além desta via e da “Narizes” foram abertas várias outras vias como a Erea, Luso-Francesa, a via dos Morcegos ou a

NEDIA [Via Narizes]

15 Outubro, 2018 at 21:37

Esta parede deverá ser a maior parede de Portugal. Apesar de não ser contínua, tem uma plataforma a meio que liga as duas zonas da parede, os seus cerca de 500 metros de comprimento, a aproximação não muito fácil, e especialmente a sua longa descida, fazem com que seja uma escalada algo comprometida.

Talvez a pior parte da escalada desta parede seja precisamente a aproximação. A saída é da aldeia de Tibo. Desce até ao rio e depois de passar o rio temos que ir subindo em direcção à parede tentado fazer a pelas zonas com menos mato possível. A pior zona é próximo da parede onde as árvores e o mato mais alto não deixa ver o local exacto para onde queremos ir.

Pico Perdiguero [subida pelo Vale Remoñe e descida pelo de Lliterola]

14 Outubro, 2018 at 17:35

Apesar de não ser o mais alto de certeza um dos que tem um conjunto de percurso/desnível na zona de Benasque. Isto claro se o fizermos num único dia.

A subida habitual é pelo vale de Lliterola mas nós optamos por subir o vale de Remuñe e descer por este. O único senão em optar por esta opção é ter que garantir a deslocação entre o inicio e fim do percurso ou confiar na boa vontade de um automobilista, o que nos poupará cerca de 40 minutos de marcha pela estrada.

SERRA GERÊS [Leonte – Prado de Mouró – Freza – Lomba de Pau – Prado do Conho – Prado Messe – Costa Sabrosa – Albergaria – Leonte]

10 Outubro, 2018 at 22:17

NOTA: este percurso passa por zonas do PNPG com restrições de acesso. É aconselhável confirmar essas as condições.

É uma marcha que percorre alguns dos prados mais conhecidos da Serra do Gerês. A primeira vez que a publiquei online foi em 2006. Chegou a fazer parte da lista dos percursos reconhecidos pelo parque mas foi retirado quando a area de protecção total foi aumentada englobando o prado da Messe. A ultima vez que o fizemos verificamos que a quantidade de lixo existente tem vindo a aumentar de alguns anos para cá. Isso nota-se especialmente no prado do Conho onde a alteração do abrigo de pastores que ai existe dá a ideia que estes prados estão com muito mais frequência.

SERRA ARGA [Zona de escalada Penice]

26 Setembro, 2018 at 21:36

Esta zona de escalada situa-se no concelho de Caminha, a poucos quilómetros a sul da fronteira com Espanha. As primeiras vias de escalada registadas são dos finais dos anos 90, tendo sido bastante divulgada, por parte do Clube Celtas do Minho, após terem equipado os sectores Esfola e Escola no ano 2000.

SERRA GERÊS [leonte – borrageiro invernal]

14 Julho, 2018 at 10:03

No dia 10 Dezembro 2006, e após saber que no dia anterior tinha nevado, partimos em direcção ao Gerês com o objectivo de fazermos uma pequena marcha. As previsões eram boas pelo que a perspectiva de vermos a serra completamente cheia de neve era grande.

Como para o Mex era a primeira aventura na neve resolvemos fazer a marcha numa de “vamos indo, vamos vendo” conforme ele se fosse adaptando.

SERRA GERÊS [travessia cela-lamas de mouro]

12 Julho, 2018 at 9:30

Deverão existir inúmeras formas de atravessar o Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Nós acabamos por optar por fazer uma travessia sul-norte / este-oeste cruzando desta forma o parque numa diagonal ascendente. A ideia original era uma saída de Pitões das Junias. No entanto um dia inteiro de chuva causou-nos um atraso que achamos difícil de recuperar nos restantes dias disponíveis sem que isso nos causasse alguns problemas logísticos. Optamos por sair de Sela, junto à barragem de Paradela, levando tudo o que achavamos necessário para os dias seguintes às costas.

SERRA GERÊS [Fafião – Lagoa do Marinho – Borrageiro II – Prado da Messe – Prado do Conho – Prado das Rocas – Coução – Ponte de Fafião – Fafião]

4 Julho, 2018 at 19:57

Já algum tempo que tinha ideia desta volta. Uma volta comprida, em que pode-se ver um dos grandes vales da Serra do Gerês: o vale do rio Fafião. Depois de ter efectuado partes do caminho ao longo dos anos faltava um bonito esporão que inicia em Fafião e, como uma espinha dorsal, se prolonga bem até ao interior da serra, passando pela Lagoa do Marinho, Borrageiro II e Minas do Borrageiro para ir morrer na cumeada do rio Homem. Ao longo de todo este percurso existem pelo menos dois Fojos dos lobos, ambos bastante danificados, o que contrasta com o que existe bem perto da aldeia de Fafião.

Picos da Europa [Agulha de Bustamante – Via normal]

2 Julho, 2018 at 22:00

A agulha de Bustamante foi a primeira via que escalei no Picos da Europa, durante a primeira vez que viajei até lá no longínquo ano de 1989. O meu cordada era o David Moutinho e estávamos no inicio de quinze dias de escalada. Tal como na altura acho que é uma boa via para ver como é a escalada nos picos: aérea, vertical e quase sempre com uma vista óptima.

A agulha situa-se na grande muralha que vai entre a Torre dos Horcados Rojos e os Picos de Sta. Ana.

Picos da Europa [naranjo de bulnes – via cepeda]

1 Julho, 2018 at 21:00

A via Cepeda é de certeza a via de escalada mais clássica da face este. Os três primeiros lances (max.IV) são comuns com a via Schulze até alcançar o cimo do enorme bloco de rocha em forma a de Y. Daqui seguimos pelos que poderão ser os lances mais bonitos da via. Depois de passar por uma zona de placa e encontramos um diedro sobre a esquerda no cimo dos quais encontramos uma grande terraça (dois lances max. V). Seguimos com tendência para esquerda sobre outra terraça. No cimo da segunda encontramos um nicho e, seguindo uns diedros, subimos até encontrar um sub-prumo que parece bloquear a continuação (três lances max. IV).