PICOS HUERTOS DEL DIABLO [travessia]

Estes picos situam-se muito próximo do maciço de Peña Ubiña ficando completamente esquecidos face à procura que a Ubiña tem.

Por um lado isso é óptimo pois possivelmente encontraremos as montanhas só para nós. Este percurso é interessante para se fazer em dias incertos face à sua proximidade e possibilidades de antecipar a descida. É pouco aconselhável caso esteja muito vento pois está situado na fronteira entre as Astúrias e Leon, e bastante exposto aos ventos entre as duas vertentes. Por alguma coisa este colo se chama Perto Ventana…

SERRA AMARELA [trilho da geira]

O trilho da Geira percorre a parte do caminho romano (que ligava Bracara Augusta a Astorga) que se encontra dentro da área do Parque Nacional Peneda-Gerês. Não devemos fazer confusão com o trilho da Geira existente na aldeia São Sebastião da Geira – Chorense.

Na Porta do Campo do Gerês encontramos o Museu da Geira com toda a informação sobre esta via. Este museu é de visita obrigatória para quem visita este trilho e quer perceber toda a envolvência.

PICO POLINOSA [corredor greimuhel]

A via Greimuhel sobe por um marcado corredor da face nordeste do Pico Polinosa.

É uma evidente linha, com subidas anteriores, mas que foi rebaptizada em 07/Abril/2017 por Anselmo Vidal e Javi, em memória a elementos do GREIM que faleceram durante um salvamento.

O seu acesso, à semelhança da Integral de Mampodre ou do Canal Central de Polinosa, é feito através do Arroyo de Valverde, saindo da povoação de Mampodre.

SERRA PENEDA [trilho curro da velha]

O trilho do Curro da Velha realiza uma volta circular em torno de algumas das aldeias mais isoladas de Castro Laboreiro junto ao rio do mesmo nome.

Com início junto às ruínas da casa florestal de Pousios sobe de seguida em direcção à parte alta da serra existente até à Sra. da Peneda. É evidente a importância deste caminho de ligação com este santuário através do trabalho de calcetar grande parte do percurso.

ESPIGUETE [corredor do circo nordeste]

Trata-se de um corredor que, apesar de acessível e solitário, é sinuoso e onde o sentido de orientação na parede é necessário. O corredor liga partes mais fáceis com pendentes mais verticais, até aos 50º, que contornam zonas de rocha.

É uma forma de subir ao Espiguete fugindo da concorrida via do corredor NE ou a mais fácil via norte.