S.Gerês [Travessia Campo do Gerês – Caldas Gerês]

Info MIDE

Com o objectivo de efectuar uma marcha de dois dias para um grupo de amigos resolvi ligar alguns percursos que conhecia. Alguns deles não os fazia à mais de 10 anos pelo que era engraçado relembrá-los e recordar quando chegar ao Gerês era uma viagem de aventura entre comboios e camionetas.

TRILHO FRASSINELLI – Picos Europa [PR-PNPE 1 – de Corao aos lagos de Covadonga]

Este percurso segue a parte inferior do caminho que Roberto Frassinell, também conhecido como «el alemán de Corao», viveu nessa vila em meados do século XIX, grande amante da natureza, arqueólogo, desenhador, etc., frequentava os picos e em especial o maciço ocidental. Segundo consta este era o caminho habitual desde a sua aldeia. É também uma das vias de acesso do gado do vale de Güeña até às pastagens de

VALE BUJARUELO – PIRINEUS [pelo caminho velho e regresso]

Pode-se chegar a San Nicolas de Bujaruelo de carro através de um estradão de terra batida. No entanto subir este vale a pé, pelo menos uma vez, é indispensável. Para quem está a realizar o famoso GR11 este vale, por onde corre o rio Ara, faz parte da etapa que liga o refúgio de Goriz a Bujaruelo ou vice-versa.

PR TORLA-BROTO – PIRINEUS [pelo caminho velho]

Este passeio liga as duas principais vilas deste vale e permite realizar algum “descanso” activo entre outras actividades ou fazer alguma volta com miúdos (tendo em atenção que os horários serão outros). Em Broto existem alguns restaurantes e parques o que permite algum descanso antes do regresso. Também existem transportes que passam por Broto com destino a Torla.

EL TAILLON – PIRINEUS [Desde Bujaruelo e pelo refugio Serradets]

O Taillon é talvez o 3000 dos Pirenéus mais frequentado. Mas isto só se tivermos em conta o acesso “rápido” desde o parque de estacionamento Coll de Tentes e onde se chega vindo de Gavarnie. Se todas as viessem de Espanha, através de San Nicolas de Bujaruelo, a situação mudaria já que o desnível e a distância são o dobro.
Mesmo tendo esta perspectiva resolvi fazer esta ascensão através da famosa Brecha de Roland onde já tinha está à vinte e quatro anos quando da minha primeira vinda aos Pirenéus.