PEÑA FORNOS – San Isidro [invernal com esqui montanha]

27 Agosto, 2017 at 19:36

A subida a este cume trata-se de uma actividade bastante simples e segura, mesmo quando o risco de avalanche é elevado, como era o caso quando a realizamos. Sem dificuldade e com um desnível relativamente reduzido e gradual, é aconselhável para conhecer esta zona ou aproveitar um dia de tempo incerto.

PICO DE LA PADIERNA – Picos Europa [invernal pelo Canal de S. Luis]

27 Agosto, 2017 at 18:28

A subida a este cume é relativamente acessível e curto desde a estação superior do teleférico de Fonte Dé.
No entanto no inverno temos que ter em atenção a dois potenciais perigos durante o caminho: as possíveis avalanches na passagem do Canal de S.Luis e as placas de gelo na rampa final. Esta ultima situação torna mais perigosa a descida do que complica a subida e deve-se a que o Pico de Padierna é

MONT GIOBERNEY – Maciço Ecrins [via normal pela aresta sul]

27 Agosto, 2017 at 17:44

Percurso acessível e bastante variado. Inicia-se no refugio de La Pilatte, onde se chega após 3 horas de marcha, 8 kms e 860 m de desnível desde a povoação de La Berarde. A parte mais dura desta actividade penso que seja mesmo a aproximação. Por esse motivo é de todo aconselhável fazer a actividade em dois dias e dormir no refugio. Além de dar um gosto especial à actividade, permite-nos apreciar toda a paisagem do maciço de Les Bans e os serviços deste excelente refugio para onde convergem todas as pessoas que realizam actividades em toda esta zona.

A subida ao Mont Gioberney no verão é bastante repetida e é possivel que encontremos mais pessoas neste percurso, considerado como a via normal do lado sul.

TORRE FRIERO – Picos Europa [corredor norte invernal]

27 Agosto, 2017 at 0:10

O corredor norte da Torre Friero é o maior corredor dos Picos da Europa sendo uma das melhores e mais longas escaladas invernais do maciço central.
A aproximação à sua base inicia-se na povoação de Cordinanes, perto de Posada de Valdeon e de Cain. Se estivermos no final da época ou num ano relativamente seco poderá ser feita quase até à base de sapatilhas. O caminho a percorrer é bastante agradável passando por uma característica zona escavada na rocha que tornou possível esta passagem. Daqui sobe-se o Canal de Asotin até atingir a Vega do mesmo nome. É aconselhável dormir aqui a noite de forma a madrugar na entrada do corredor. A pesar das

BREITHORN – CASTOR – ALPES SUIÇOS/ITALIANOS [travessia e subida vias normais]

26 Agosto, 2017 at 11:32

A conjugação de subida a estes dois cumes tinha como base um projecto bem maior a colaborar com a “Espaços Naturais”. Por força das condições meteorológicas este não foi possível mas fica aqui a descrição para a subida a estas montanhas pelas suas vias normais.
A actividade proposta permite encarar a subida sem ter feito uma prévia aclimatização (dentro dos limites de adaptação de cada pessoa) mas também é uma travessia pelo que também torna a actividade mais exigente. As dormidas podem ser feitas nos refúgios poupando desta forma o esforço de ter levar o material necessário para acampar e a alimentação para a

CURAVACAS [corredor sul]

24 Agosto, 2017 at 23:15

É uma das vias clássicas na montanha Palentina. Aberta nos anos 60 é de uma dificuldade média. Com um excelente acesso desde Vidrieros, de onde podemos admirá-la quase na totalidade, é por vezes subestimada. Como é habitual na montanha só no fim da a descida é que acaba a actividade e este caso é um excelente exemplo. Ter atenção se a montanha está muito carregada de neve já que a face sul, em que podemos incluir a descida, fica exposta ao sol aumentando a possibilidade das avalanches. Convém começar a via cedo de

PEÑA UBIÑA [norte clássica]

22 Agosto, 2017 at 22:14

Trata-se de via mais percorrida da face norte, e uma das mais procuradas da Peña Ubiña. As suas maiores dificuldades concentram-se nos primeiros 3/4 lances sendo no entanto bastante continua até ao final. É nos lances iniciais que encontramos o passo chave da via localizado num pequeno corredor diagonal onde é difícil proteger na rocha. Aqui pode útil uns pitões de gelo, se as condições os permitirem, ou umas estacas de neve.

S.MAMEDE – PÓVOA LANHOSO [Zona de Escalada]

17 Agosto, 2017 at 23:11

Acessos e História

O melhor acesso a S.Mamede é sair de Braga em direcção a Povoa do Lanhoso pela estrada nacional N103 (Braga-Chaves).

Os três grandes

5 Agosto, 2017 at 22:23

Tal como mencionei anteriormente os itens que mais influenciam no peso que transportamos são: a mochila, o saco-cama e a tenda. Ao reduzir nestes três itens vamos notar logo uma diferença no peso total da mochila.
Apesar de ser possível reduzir mais, um bom ponto de partida será tentar que cada um deles não pese mais do que 1,3 kg. Ou seja que o total não ultrapasse os cerca de 4kg. Se um deles é mais pesado algum dos outros terá que compensar.

É possível ir mais leve!

5 Agosto, 2017 at 22:09

Muitos montanheiros andam com peso a mais nas suas mochilas para suas as necessidades. Isto irá fazer com que andam mais lentos. Andando mais lento vão necessitar de mais tempo para fazer o mesmo percurso. Demorando mais tempo no percurso vão necessitar de mais comida o que os leva a ter ainda mais peso.