SERRA AMARELA [trilho da geira]

O trilho da Geira percorre a parte do caminho romano (que ligava Bracara Augusta a Astorga) que se encontra dentro da área do Parque Nacional Peneda-Gerês. Não devemos fazer confusão com o trilho da Geira existente na aldeia São Sebastião da Geira – Chorense.

Na Porta do Campo do Gerês encontramos o Museu da Geira com toda a informação sobre esta via. Este museu é de visita obrigatória para quem visita este trilho e quer perceber toda a envolvência.

SERRA AMARELA [Trilho de Germil]

Trata-se de um pequeno trilho que visita a área de Germil.

Depois de deixarmos o carro junto à igreja seguimos um pouco pela estrada que atravessa a aldeia para nos desviarmos para a esquerda para o início do percurso.

SERRA AMARELA [Trilho Megalitismo Britelo]

Este trilho, “perdido” no meio da encosta da Serra Amarela, encontra-se em bastante bom estado após uma recuperação recente da sua sinalética, apesar de na zona mais interior ainda faltam, ou estão em mal estado, as indicações para os diversos locais.

Saímos da povoação de Mosteirô, onde deixamos o carro. Dado que não existe muito espaço é aconselhável em ter algum cuidado de forma a não incomodar os locais.

SERRA AMARELA [Trilho Penedo Encanto]

Apesar de ser um trilho próximo de vários acessos este trilho estava, em Março de 2019, com a sinalização bastante degradada e com vários locais onde ela nem sequer existe. Se juntarmos isso a que ela, em vários locais, partilha ou cruza com o “Trilho dos Moinhos de Parada” a situação ainda fica mais confusa.

Não se percebe bem o porquê terem marcado dois trilhos num espaço tão concentrado, e onde um único seria mais lógico e simples. Para quem só segue as marcas, e não olha para o percurso marcado num mapa, não será difícil seguir o percurso errado. Pelo menos neste momento e no estado em estão neste momento as marcações.

SERRA AMARELA [Trilho Moinhos de Parada]

Apesar de ser um trilho próximo de vários acessos este trilho estava, em Março de 2019, com a sinalização bastante degradada e com vários locais onde ela não existe sequer. Se juntarmos isso à questão que em vários locais ela partilha ou cruza com o “Trilho do Penedo do Encanto” a situação ainda fica mais confusa. Não se percebe bem o porquê de se terem marcado dois trilhos num espaço tão concentrado e onde um seria mais logico e simples. Para quem só segue as marcas e não olha para o percurso marcado num mapa não será difícil seguir o percurso errado. Pelo menos neste momento, e no estado, em estão as marcações.