VEGACERVERA [mejor fumarla que pacerla]


         INFO GERAL VEGACERVERA

Esta via situa-se no Sector Canal de Vegacervera próximo da ponte sul. Para aceder temos que atravessar o rio antes de chegarmos à ponte sul (quem segue a estrada de sul para norte). Se o rio está alto, o inverno ou após períodos longos de chuva, poderá ser um problema para as vias dos sectores deste lado.

A outra solução para aceder é através do próprio canal. Para tal é necessário cometer uma “ilegalidade” (pelo que deixo ao critério e responsabilidade de cada um a decisão de a seguir). Acima da ponte sul encontramos uma pequena barragem. Ao lado desta existe um canal por ela é suposto desviar a água. Com frequência as comportas estão fechadas e o canal fica seco. Nessa altura é possível “saltar” as vedações e entrar dentro do canal. Seguimos até chegar à primeira abertura que sai na base desta via. Esta parte é em túnel pelo que será melhor levar um frontal. Recordo que se trata de um canal de descarga pelo que é da responsabilidade de cada um optar ou não por este acesso.

No que se refere a toda a informação geral sobre Hoces de Vegacervera e outras vias podem consultar através do link no botão acima.

VEGACERVERA [lucifer]


         INFO GERAL VEGACERVERA

Situada junto à ponte sul do vale esta via é uma excelente linha de contacto com o ambiente característico de Hoces. Tem uma aproximação nula e um grau bem acessível. Ideal para o dia de chegada ou para encadear em conjunto com outras no mesmo sector.

No que se refere a toda a informação geral sobre Hoces de Vegacervera e outras vias podem consultar através do link no botão acima.

 

HOCES DE VEGACERVERA [zona escalada]


O vale de Hoces de Vegacervera é um histórico e mítico local de escalada situado a cordilheira cantábrica, a menos de uma hora a norte de Léon. É talvez um dos locais de escalada mais importantes desta zona.
Em poucos locais conseguimos encontrar dezenas de vias cujo início é quase à “porta do carro”. E não estamos a falar só de vias de 20 metros equipadas. Uma grande parte são vias entre 70 e os 150 metros onde o (bom) uso dos entaladores é obrigatório. Aqui encontramos placas tombadas com aéreos espaçamentos, muros verticais, grandes tectos de artificial complicado ou vias duras para os mais treinados.
A rocha é um calcário excelente. É, no entanto, menos aderente do que, por exemplo, a zona dos Picos da Europa. É mais “polido” pela água do que o calcário “agressivo” criado pela acção da neve e gelo existente nas zonas altas.
Este resumo só pretende ser uma introdução, situar e dar a conhecer a enormes possibilidades deste vale. Vou tentar juntar aqui algumas das informações e dicas que me deram jeito quando tentei escalar nesta zona. No mapa abaixo podemos (mais ou menos) ver os diversos sectores ao longo do vale. Se clicarmos neles vemos a lista das vias que consegui identificar em cada um dos sectores. Não é suposto ser uma lista exaustiva, mas agregar, dentro do possível, as mais conhecidas.